Cerca de 25% dos casos. É uma doença mais séria, que exige tratamento rápido e combinado, geralmente com a participação de oncologista clínico e radioterapeuta.
Antes da cirurgia
Quimioterapia neoadjuvante
Alguns ciclos de quimioterapia antes de operar aumentam a chance de cura, pois tratam células que podem já ter escapado da bexiga. Imunoterapia também passou a ser usada nessa fase em situações específicas.
Maior chance de cura
Cistectomia radical robótica
Retirada da bexiga e dos gânglios da pelve (no homem, também da próstata). Pela via robótica, com menor sangramento e recuperação mais rápida.
Depois da cirurgia
Como a urina sai
A neobexiga usa um segmento do intestino para construir uma nova bexiga ligada à uretra, e o paciente volta a urinar de forma próxima ao natural. O conduto ileal leva a urina a uma bolsinha externa. Ambas permitem uma vida ativa.
Pacientes selecionados
Preservação da bexiga
A combinação de RTU completa, quimioterapia e radioterapia (tratamento trimodal) pode evitar a retirada do órgão, com acompanhamento rigoroso.
Doença avançada
Imunoterapia e anticorpos conjugados
Além da quimioterapia, a imunoterapia e os anticorpos conjugados (como o enfortumabe vedotina) aumentaram de forma expressiva o tempo e a qualidade de vida, e hoje são usados já na primeira linha.